Simon tá mais pra leite
Árbitro brasileiro nas duas últimas Copas do Mundo, e quase já garantido na sua terceira seguida, Carlos Eugênio Simon já não consegue mais apitar no Brasil.
Aos 44 anos, seu número de erros vem crescendo e se tornando cada vez mais grotescos a cada ano, contrariando a máxima sempre utilizada em comparações: ao contrário de todo vinho, Simon está mais pra leite, e só piora com o tempo.
Não sei se seria pela imagem desgastada, pelos trejeitos já conhecidos dos jogadores, mas nosso Highlander da arbitragem permanece incólume, intocável e arrogante.
No último domingo seu erro foi claro, exibido e mostrado diversas vezes e em diversos ângulos para que todos vissem que ele realmente errou. Só ele não viu, e continua dizendo que acertou. Não foi o primeiro, nem foi o último, mas não queira nos fazer de bobos falando algo contrário ao que está na frente dos nossos olhos.
Aponto aqui, os 5 maiores erros da carreira de Simon, curiosamente, todos nos últimos X anos:
#1 – Copa do Brasil 2007, Botafogo x Atlético-MG – penalidade não marcada, há um metro do árbitro. Próprio Simon admitiu o erro;
#2 – Campeonato Brasileiro 2009, Santos x São Paulo – após expulsar corretamente o goleiro Rogério Ceni, Simon deu apenas 3 minutos de acréscimo na etapa final, que ficou paralisada por 5 minutos e ocorreram 6 substituições;
#3 – Campeonato Brasileiro 2009, Fluminense x Palmeiras – gol legítimo de Obina anulado, quando o jogo estava empatado em 0×0;
#4 – Brasileiro 2008, Cruzeiro x Flamengo – outra penalidade não marcada, em Tardelli, que acabou expulso;
#5 – Campeonato Cearense 2009, Ceará x Fortaleza – uma penalidade inexistente, assinalada a distância.
É, tomara que depois de ganhar os cerca de R$70.000,00 por jogo na Copa do Mundo, pela terceira vez, Simon descanse longe do futebol. Ou vire comentarista da Band.
Ainda teve a final da Copa do Brasil 2002, Corinthians x Brasiliense, que só faltou ele vestir a camisa do “Curíntia” no final e dar volta olímpica, de tanto que favoreceu o time paulista
E no jogo do Flamengo (item #4 da lista), até o zagueiro cruzeirense admitiu a falta.